Por que mapear seu ciclo menstrual é importante?

Você sabia que se nós, mulheres com útero e que menstruam, pudéssemos reunir todos os dias em que estamos menstruadas passaríamos cerca de 6 anos e meio vivendo a menstruação? Seriam 6 anos e meio sangrando todos os dias. Seis anos e meio de nossas vidas. Assim, pergunto: dá para, simplesmente, abrir mão de 6 anos e meio? Dá para amaldiçoar 6 anos e meio das nossas vidas? Não dá… Isso significa que temos que agradecer e gostar e endeusar esses dias? Também não, afinal de contas cada uma sabe como a menstruação é para si e romantizar e padronizar essa vivência também é uma forma de opressão. Cada uma de nós tem uma história e vivências as mais diversas, e toda forma de padronização exclui humanidades. Então, o que podemos fazer para lidar melhor com nossos períodos? Duas coisas, ao mínimo: 1) Compreendê-los verdadeiramente e ao seu significado, bem como as construções que fizemos sobre nossa menstruação ao longo de nossa história, e 2) Aprender a lidar com eles. Não apenas com os dias de sangramento, mas com o ciclo de maneira geral.

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ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA – Quem são os abusadores? Como identificar sinais? O que fazer?

1) O que é o abuso sexual na infância? Ele atinge mais meninas ou mais meninos?
2) E quem são os abusadores? Como a sociedade é conivente mesmo sem querer ser?
3) Quais são os principais tipos de abuso sexual contra as crianças?
4) Como identificar possíveis sinais de que a criança está sendo abusada ou foi abusada sexualmente?
5) O que fazer após a suspeita ou descoberta do abuso sexual contra a criança? A quem recorrer, para onde ir?
6) Todo caso é notificado? Todo caso é denunciado?
7) O que uma família e a sociedade podem fazer para amparar uma criança que foi abusada de forma a contribuir para sua resiliência?
8) Breves considerações sobre prevenção

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Criança não é válvula de escape em momentos de crise

Aqui no Brasil, já são mais de 20 mil denúncias de maus-tratos e violência às crianças apenas no período da quarentena (Dados da ouvidoria do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, colhidos pelo Disque 100) e é perfeitamente esperado que esse seja um dado muito inferior ao que de fato vem acontecendo, tanto em função de subnotificação quanto em função da naturalização da violência contra a criança. E, certamente, essas denúncias de maus-tratos dizem respeito a formas extremas de violência. Se formos considerar as violências morais, emocionais e psicológicas que as crianças vêm sofrendo neste período, e que muitos cuidadores não problematizam como sendo formas de violência, certamente teríamos um número maior de denúncias de maus-tratos do que o já gigantesco número de mortos que temos aqui no Brasil.

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Aleitamento materno, COVID-19 e mudanças climáticas: como se relacionam?

o foco desta discussão sobre como a promoção do aleitamento materno pode frear as mudanças ambientais e climáticas não somos nós, as mulheres, com o suposto “dever” de amamentar. O foco é todo o nosso entorno, para que se conscientize, se prepare, se adapte, se politize e se engaje para promover essa atividade. E é também por isso que as principais organizações sociais, políticas e de saúde no mundo afirmam: investir no fortalecimento e no empoderamento das mulheres, incentivar que elas ocupem a dimensão política, garantir a elas o acesso à saúde, educação e reduzir a pobreza associada à desigualdade de gênero é uma das principais medidas para frear as mudanças climáticas. E o que é a promoção do aleitamento materno além de tudo isso?

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Contra a ansiedade da pandemia: cores, sons, cheiros, gostos e afetos

Quando estamos em sofrimento, esquecemos que habitamos um corpo que é muito potente. Ele se molda aos desafios que vivemos. Mas é preciso dar uma forcinha. Mude a rotina. Mude as práticas. Faça coisa que você consideraria sem propósito. E, tão importante quanto, estimule as crianças a fazerem o mesmo, envolva-as nas atividades. Isso também é ciência, ciência a favor da humanidade, ciência para persistirmos, ciência para resistirmos, ciência para melhorar vidas.

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Maternidade, sociedade e o desejo de normalidade: um debate necessário

O preço do nosso passeio pelas ruas e dos nossos fartos abraços sem máscara é alto para quem não tem esse direito na dita normalidade. Para muitos e muitas de nós, esse isolamento social não é novidade justamente em função da normalidade pela qual tantos de nós clamamos. Quem aceitamos deixar para trás quando desejamos que o “normal” retorne? É preciso pensar sobre isso. Ainda que não seja confortável.

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Pode chorar, mãe. Tem que chorar. Você me ensinou

Eu não educo essa garota. Vocês não educam os filhos de vocês. Nós nos educamos, mediatizados pelo mundo. E citar Paulo Freire em meio a tudo isso me torna mais calma. Talvez seja isso… Ter referências sólidas nos dão discernimento para passar por isso. E ensina as crianças a fazerem o mesmo.

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