Categoria: Empoderamento

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Por que mapear seu ciclo menstrual é importante?

Você sabia que se nós, mulheres com útero e que menstruam, pudéssemos reunir todos os dias em que estamos menstruadas passaríamos cerca de 6 anos e meio vivendo a menstruação? Seriam 6 anos e meio sangrando todos os dias. Seis anos e meio de nossas vidas. Assim, pergunto: dá para, simplesmente, abrir mão de 6 anos e meio? Dá para amaldiçoar 6 anos e meio das nossas vidas? Não dá… Isso significa que temos que agradecer e gostar e endeusar esses dias? Também não, afinal de contas cada uma sabe como a menstruação é para si e romantizar e padronizar essa vivência também é uma forma de opressão. Cada uma de nós tem uma história e vivências as mais diversas, e toda forma de padronização exclui humanidades. Então, o que podemos fazer para lidar melhor com nossos períodos? Duas coisas, ao mínimo: 1) Compreendê-los verdadeiramente e ao seu significado, bem como as construções que fizemos sobre nossa menstruação ao longo de nossa história, e 2) Aprender a lidar com eles. Não apenas com os dias de sangramento, mas com o ciclo de maneira geral.

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Aleitamento materno, COVID-19 e mudanças climáticas: como se relacionam?

o foco desta discussão sobre como a promoção do aleitamento materno pode frear as mudanças ambientais e climáticas não somos nós, as mulheres, com o suposto “dever” de amamentar. O foco é todo o nosso entorno, para que se conscientize, se prepare, se adapte, se politize e se engaje para promover essa atividade. E é também por isso que as principais organizações sociais, políticas e de saúde no mundo afirmam: investir no fortalecimento e no empoderamento das mulheres, incentivar que elas ocupem a dimensão política, garantir a elas o acesso à saúde, educação e reduzir a pobreza associada à desigualdade de gênero é uma das principais medidas para frear as mudanças climáticas. E o que é a promoção do aleitamento materno além de tudo isso?

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Maternidade, sociedade e o desejo de normalidade: um debate necessário

O preço do nosso passeio pelas ruas e dos nossos fartos abraços sem máscara é alto para quem não tem esse direito na dita normalidade. Para muitos e muitas de nós, esse isolamento social não é novidade justamente em função da normalidade pela qual tantos de nós clamamos. Quem aceitamos deixar para trás quando desejamos que o “normal” retorne? É preciso pensar sobre isso. Ainda que não seja confortável.

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